Copenhagen: “Sinto muito”
O jornal britânico The Guardin diz hoje: não se iluda com a propaganda dos grande poluidores. Copenhagen não foi “Hopenhagen” (Hope = esperança). Eu estava (e ainda estou) com dificuldades para acompanhar as negociações a respeito das Mudanças Climáticas. Digo que ainda estou porque o que se viu em Copenhagen foi muita mídia, muito discurso, muita jogada de relações públicas, mas efetivamente nada que se possa chamar de algum caminho que permita um olhar mais humanizado e global para as alterações do clima.
Tive dificuldade de acompanhar não por falta de informações, mas execesso. Twitters frenéticos com informações irrelevantes. Artigos equivocados ou tendendiosos. Reportagens superficiais. Procurei buscar pontos de referência mais sólidos (ou pelo menos aparentemente mais consistentes) como o The Guardian. A notícia do fracasso soube pelo Twitter e consultei a Folha Online pra saber mais detalhes. De tudo que li e ouvi e tentei entender, compreendi apenas uma coisa: o encontro de Copenhagen fracassou.
Fica pra mim como imagem a série de cartazes com os líderes mundiais envelhecidos lamentando que não puderam fazer nada pelas alterações do clima. Essa é a imagem de Copenhagen.
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