Novos hábitos
Geralmente acordo e faço uma oração. Em seguida, pego um café e vou ler as notícias do dia no meu iPhone. Abro o Twitter no Echofon e dou uma geral no que me contam pessoas que sigo. Procuro seguir quem tem um olhar profundo e apurado. Assim, minha informação já chega com um filtro de pessoas pensantes — uma das coisas que também costumo fazer é deixar de seguir pessoas que não me acrescentam nada ou que perdem tempo com conversa fiada. Busco qualidade.
Muitas vezes consulto a informação original indicada por essas pessoas. E algumas outras vezes retwito essas informações (aquelas que considero relevantes). Faço isso usando o iPhone, pois ele permite que eu ande pela casa, faça meu café ao mesmo em tempo em que leio ou assisto a algum vídeo indicado por twiteiros ou não. Gosto também porque com o iPhone posso ouvir música até mesmo quando tomo banho e sei que alguém me ligar ele estará ali pronto a me atender.
Fico imaginando o iPad. Esse iPhonão que pra mim ainda é uma visão na internet. Mesmo que ele não faça ligações telefônicas (ainda) eu gostaria de ter um em mãos, pois a tela maior me facilitaria a leitura. Só por isso já me parece uma boa ideia. Seria (será) incorporar esse novo aparelho ao meu dia a dia. Ele me parece fácil também para levar na mochila da bike quando vou pro escritório. Não penso nele para substituir o Mac, mas um complemento interessante.
Gosto de viver esse mundo novo da informação onde os meios nos aproximam de pessoas que raramente teríamos a oportunidade de conhecer. Acho interessante quando vejo os twits da Miriam Leitão e me sinto próximo dela; sabendo coisas da vida dela. Essa ligação faz da colega jornalista uma pessoa. Gente como qualquer um de nós, que batalha na vida e procura um jeito de entender o que é que está acontecendo. Da mesma forma, falo do futurista suiço Gerd Leonhard como se fosse um velho amigo, pois acompanho seus posts e indicações diariamente.
Um mundo de possibilidade que ainda está dando seus primeiros passos. O mundo é cada vez mais mobile, exatamente como nós humanos.