A vida digital

2 de Julho de 2009 @ 09:34 por flavio gut

Os modelos econômicos da mídia atual baseiam-se quase que exclusivamente em “empurrar” a informação e o entretenimento para o público. A mídia de amanhã terá tanto ou mais a ver com o ato de “puxar”: você e eu acessaremos a rede e conferiremos o que há nela, da mesma forma como hoje fazemos numa biblioteca ou videolocadora. Isso poderá ser feito de forma explícita, ou seja, por nós mesmos, ou implícita, isot é, um agente o fará por nós.

Esse texto está na página 149 da edição brasileira do livro A Vida Digital, de Nicholas Negroponte, publicado em 1995. Negroponte foi um dos fundadores do Media Lab, do MIT (Massachusetts Institute of Technology) inaugurado em 1983.

É sempre bom reler. Pois olhar o passado pode ser um passaporte para o futuro.

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Novo site da Fcom

1 de Julho de 2009 @ 11:16 por flavio gut

fcom - fcom

A Fcom, agência de Flavio Vianna, colocou no ar o novo site. Nele, é possível ver a qualidade do design e a sintonia com ideias de uma publicidade plugada aos novos tempos. Sucesso ao pessoal da Fcom, agência parceira com a qual compartilhamos um tanto de coisas, inclusive o espaço no The Hub.

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O Plano B de Lester Brown

1 de Julho de 2009 @ 10:59 por flavio gut

See at ODE Magazine

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TED Talk: Dr. Bonnie Bassler

30 de Junho de 2009 @ 07:46 por flavio gut

More about it

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O novo mundo da comunicação

29 de Junho de 2009 @ 13:15 por flavio gut

O mundo da comunicação não vai voltar a ser o que era antes da crise, escreve hoje no Blue Bus, Marcelo Coutinho. Segundo ele, 3 grandes temas dominaram os 27 seminários, debates e 4 workshops de que participou em Cannes:

• a quebra de barreiras;
• a necessidade de envolver mais os consumidores com as marcas;
• e a percepção que o mundo da comunicação não vai voltar a ser o que era antes da crise financeira.

As premiações de certa forma refletiram também esse alinhamento, explica Marcelo Coutinho, que fez um trabalho bem bom na cobertura de Cannes. O que ele diz está em sintonia com a visão de Carlos Henrique Vilela (veja post abaixo). Esse é o resumo que o Marcelo Coutinho fez das principais conclusões. Reproduzo aqui pois considero o assunto de vital importância para o mundo da comunicação.

• A quebra de barreiras em termos de integração de mensagens, mídias e processos de trabalho foi evidente nas falas de algumas agências e principalmente dos anunciantes. Tanto no debate de Martin Sorrell com os responsáveis globais pelo marketing da J&J, Procter, Mcdonalds e Kraft, como nas participaçoes de diretores de outras empresas (Coca-Cola, Nike, HP), “bring down the media silos” - foi uma das frases mais repetidas.

• A previsão de Steve Ballmer (“em 10 anos tudo vai ser digital”) não é consensual. Do ponto de vista dos anunciantes, a questão é de integração. Não do “digital” com o resto ou “do resto” com o digital, mas do desenho de um todo coerente em termos de contatos com o consumidor. Uma coerência que eles reclamam ter dificuldade em obter nas agências. E que quando alcançada explica em parte o resultado do Grand Prix para a campanha de Obama, o bom desempenho da campanha ‘O melhor emprego do mundo’ e a presença, pela primeira vez, da categoria Relaçoes Públicas em um festival de publicidade.

• A necessidade de um maior envolvimento do consumidor com as marcas decorre da explosão de informação, conteúdo e mensagens possível com os novos formatos da mídia digital. Não a toa, o tema de “construir narrativas” sobre as marcas com a participação dos consumidores foi recorrente em diversas campanhas de destaque, como o case do Dark Night, a fala de Bizz Stone, fundador do Twitter, além de campanhas da Nokia, Coca, HP, Southwest Airlines, Dell e outras.

• A propaganda como simples “exposição de mensagem”, seja lá qual for o meio, vai perdendo sua eficácia a uma velocidade assustadora segundo a maioria dos anunciantes e agências presentes. Recomenda-se - ela tem que passar a gerar fatos e “economizar tempo” para os consumidores.

• Finalmente a crise, ou melhor, a questão de que a comunicação não irá se “recuperar” da crise. Neste ponto, todo mundo concordou com Steve Ballmer - estamos vivendo um momento de “reset” no modelo de negócios da publicidade, tanto por parte dos anunciantes quanto das agências. A previsao da PWC de que a partir de 2012 os investimentos em comunicação irao se estabilizar em um patamar menor que o verificado entre 2004/2007 foi endossada pela maior parte dos presentes.

• Entre os principais motivos está o fato de que os anunciantes estão cada vez mais confortáveis com ações digitais (em qualquer tela, não somente na do computador), que apresentam um custo menor do que as de mídias tradicionais. E também a percepção de que o consumidor está cada vez mais atento para a questão da responsabilidade sócio-ambiental não mais como apenas “um valor”, mas como ação “de fato”. E que possui “armas” digitais capazes de causar um dano irreversível para as marcas se o assunto não for tratado de forma honesta e transparente. O resultado? “O fim das marcas que falam por falar”, na opinião de Nigel Morris, da Isobar.

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O futuro da comunicação

27 de Junho de 2009 @ 16:30 por flavio gut

Estava pensando hoje a respeito da queda das fronteiras no mundo da comunicação. E qual o papel do profissional de comunicação nesse mundo sem fronteiras. A proposta da flaviogut.com é ser uma agência integradora, que estuda o problema do cliente e cria estratégias adequadas. Pra fazer isso trabalhamos em rede, com uma série de fornecedores e parceiros.

Esse é um mundo onde profissionais de marketing e propaganda, jornalistas e publicitários, designers e webdesigners, estrategistas e relações públicas se encontram. É um mundo novo, onde as dúvidas são bem maiores que as certezas.

Navegando na web, li no Twitter um post do Carlos Henrique Vilela, uma das fontes mais inspiradas da internet brasileira. Reproduzo abaixo o post dele com alguns comentários meus. Interessante perceber que Vilela acompanhou e editou o material enviado de Cannes, usando uma das regras de ouro da internet: remixe, reuse, recicle. Vou fazer o mesmo: acrescentar o que penso.

O post do Vilela

Segundo as coberturas do Cannes Lions 2009, um dos melhores painéis de discussão do evento foi o da Naked Communications, que contou com 3 dos profissionais mais inovadores do marketing no momento: Andy Berndt, Diretor Global de Criação do Google; Jonathan Mildenhall, Vice Presidente de Estratégia de Marketing e Comunicação Criativa da Coca Coca; e o Diretor de Conexões de Marca da Nike, Stefan Olander. Um bate papo bem franco sobre o futuro da indústria da comunicação, abordando conceitos como brand service, human journey e cultural ideal.

Alguns dos pontos levantados:

A dificuldade em integrar as diferentes disciplinas e os diversos fornecedores.

- Não se fala mais da necessidade de integrar a comunicação tradicional (above the line) com as demais disciplinas (below the line). Isso já é realidade. A conversa agora é como fazer isso acontecer na prática. As empresas não agüentam mais tentar coordenar diferentes agências e intermediar talentos complementares e egos.

- É preciso conhecer muito bem as pessoas e quebrar os silos de comunicação, tentando fazer com que diferentes ferramentas funcionem de forma coordenada, algo bastante falado, mas ainda pouco praticado mesmo em escala global. A prova é que as estratégias mais integradas são ainda festejadas como alta inovação.

O que penso a respeito: não consigo enxergar a comunicação de forma não integrada. Não percebo fronteiras. Campanhas, anúncios, releases, comunicação interna ou ações de imprensa. Tudo está interligado. Uma empresa precisa definir sua estratégia de comunicação, identificar onde quer chegar com sua marca e sua estratégia de sobrevivência do negócio. Ao profissional de comunicação cabe encontrar a forma de fazer isso. E precisa estar livre para pensar no melhor para o cliente. Se a melhor estratégia é uma ação em redes sociais, que seja feita. Se o problema se resolve com uma ação de marketing direto ou um reposicionamento da marca, que seja.

Aceitar o fato de que os consumidores estão sempre em movimento.

- Criadas para um mundo baseado na organização burocrática de canais de contato, as organizações tradicionais de marketing e comunicação ainda não estão preparadas para responder às transformações nos hábitos dos consumidores com a velocidade necessária. Isso aumenta os custos de coordenação de processos, que vão se tornando progressivamente mais caros, na medida em que tempo passou a ser nada menos que um luxo na vida da maioria das pessoas.

- Falou se muito em inspirar o que acontece na vida das pessoas. O grande vetor da mudança no papel da comunicação não são as marcas, mas o consumidor. É a sua vida, a sua forma de se comunicar, comprar e viver que está mudando. Diante disso, a marca, por efeito dominó, precisa estar presente de formas novas dentro desse novo dia-a-dia. Segundo Olander, a Nike visa entregar “a better you” e não simplesmente “a better shoe”, já que, segundo uma pesquisa feita pela empresa, as pessoas estão dispostas a pagar mais simplesmente por algo que as faça se sentir melhor. Berndt contou que o papel do Google é oferecer instrumentos para melhorar a vida das pessoas e Mildenhall disse que o foco da Coca Cola é vender ideais com os quais todos se identificam.

- Complementando o tema, foi dito que as marcas devem resolver, com simplicidade, problemas básicos da vida do consumidor. Ao mesmo tempo em que o produto deixa de ser o único herói, a comunicação ganha importância e um novo papel. Berndt citou o estilo do Google que, com total simplicidade, oferece às pessoas ferramentas que resolvam grandes ou pequenos problemas da sua vida: como achar o que procuram e se comunicarem. Falta facilitar o dia-a-dia do consumidor, como achar uma vaga em um estacionamento, por exemplo. O executivo deu o exemplo de um sistema no aeroporto de Portland, no qual uma luz verde ou vermelha sobre a vaga indica se ela está livre ou não. Uma idéia extremamente simples, mas que economiza todo aquele tempo que as pessoas perdem até achar um lugar pra estacionar.

Agências foram criadas em um mundo fragmentado. Jornais também. Hoje, jornais procuram se reposicionar, transformando-se de empresas de mídia para mecanismos de informação, buscando transformar seus leitores em audiência e sua audiência em comunidades. E agências de Relações Públicas também. E estúdios de marca também. Quando se diz que as marcas devem resolver com simplicidade problemas básicos da vida do consumidor, isso também se aplica ao profissional da comunicação.

O receio de abrir mão do controle.

- Dar aos indivíduos a iniciativa de ditar o tom de boa parte das conversas entre a marca e seus públicos, são desafios que, ainda estão sendo equacionados pelas empresas.

- Jonathan contou que inicialmente a Coca-Cola tinha receios quanto à nova forma como o consumidor estava lidando com comunicação, mas que não havia outra saída senão entrar nesse mundo. Foi com o espírito de tentar e experimentar mesmo sem saber quais seriam os resultados de alguns projetos que a empresa se manteve relevante não apenas como fabricante de refrigerantes, mas como um player na cultura pop contemporânea, tão fragmentada e cheia de opções. Stefan Olander disse sentir que as marcas precisam “criar coragem para deixar sua imagem fluir no meio digital”. Segundo ele, essa é a única maneira de utilizar o que classificou como “massa de pessoas inteligentes positivamente”.

Soluções além da comunicação

- Ao fim, a conversa tomou outra direção e os três concordaram que existe uma série de soluções de marketing que vão além da comunicação, passando também por estratégias de ponto de venda, novos produtos e outras idéias que transcendem definições. Nesse sentido, ninguém detém a criatividade e autoria das soluções, sendo necessário um esforço conjunto entre os diferentes tipos de empresas que atendem estes clientes: agências full-service, escritórios de design, agências digitais, agências de mídia, etc. Olander declarou que, neste cenário com tantos parceiros, é preciso uma liderança criativa e no caso da Nike, eles mesmo assumem a dianteira na função.

Concordo bom eles. É preciso de uma liderança criativa.

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Twitter Guidebook

26 de Junho de 2009 @ 18:06 por flavio gut

“Twitter is a social network used by millions of people, and thousands more are signing up every day to send short messages to groups of friends. But where’s the user manual for Twitter? Where do new Twitter users go to learn about Tweeting, retweets, hashtags and customizing your Twitter profile? Where do you go if you want to know all about building a community on Twitter, or using Twitter for business? How can you find advanced tools for using Twitter on your phone or your desktop? To answer all these questions and more, we’ve assembled The Twitter Guide Book, a complete collection of resources for mastering Twitter. Happy Tweeting!”

- Pete Cashmore, @Mashable

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The clock is ticking

26 de Junho de 2009 @ 15:05 por flavio gut

In December of this year, the United Nations meet to decide on the replacement to the Kyoto protocol, a defining agreement that will determine the future of our planet in the face of the climate crisis. People around the world are dying today as a result of climate change and without our collective action, this will continue.

We have a collective opportunity to stop the clock. Become a Climate Ally, by recording and uploading yourself saying ‘tck’. This will register you as someone who wants to see climate justice delivered.

Our aim is to create the biggest online petition ever, that will be targeted at the world leaders attending the Copenhagen talks, demanding that they make fair and robust decisions that deliver a just climate deal.

Every way you engage registers you as an ally, so get everyone you know involved, pass the message on to your friends and family to do the same. You can get even more involved by purchasing climate tags and other apparel, or simply spreading the message in your area (see our downloads section for more easy ideas).

Together we can deliver justice. Tck tck tck. It’s time for climate justice.

Essa notícia do lançamento da campanha hoje, em Cannes, foi enviada por Deborah Serra, do BlueBues.

Em junho de 2008, Kofi Annan, ex-secretário-geral da ONU e presidente do Fórum Humanitário Global, e Hervé de Clerck, idealizador do ACT Responsible e fundador do AdForum, criaram uma parceria entre as duas entidades.

Em seguida, com David Jones, CEO Global do grupo Havas e da EuroRSCG, formaram uma equipe de comunicaçao dedicada a ampliar a consciência sobre as consequências das mudanças climáticas para a humanidade. Bob Geldof, fundador do projeto Live AID finalmente se somou ao trio.

Os quatro lançaram hoje, numa entrevista coletiva em Cannes a campanha mundial que pretende envolver milhões de pessoas no mundo inteiro e transformar a idéia de ‘mudança climática’ em ‘Justiça Climática’. A ação global será apresentada em Copenhage, em dezembro, na convençao da ONU sobre o clima.


United Nations Framework Convention on Climate Change


350.org


Time for Climate Justice

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350.org no Brasil

25 de Junho de 2009 @ 23:29 por flavio gut

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O movimento vem chegando. 24 de outubro é o dia. Junte-se a nós. www.350.org

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Future Media

24 de Junho de 2009 @ 15:20 por flavio gut

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Dia de São João

24 de Junho de 2009 @ 13:21 por flavio gut

Hoje é dia de São João. Gosto muito desse dia. Fogueira e batatas assadas e violão.

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Crescimento qualitativo

20 de Junho de 2009 @ 12:04 por flavio gut

Artigo publicado no Mercado Ético, escrito por Hazel Henderson e Fritjof Capra

A atual recessão global tem dominado os noticiários desde o começo do ano. Todos os dias ouvimos falar sobre pessoas comprando menos carros, fábricas que produziam utilitários esportivos e veículos de passeio sendo fechadas, o consumo de óleo (e, com isso, também o preço do óleo) diminuindo dramaticamente, varejistas reclamando sobre consumidores gastando menos dinheiro em artigos de luxo e assim por diante. Do ponto de vista ecológico, todas essas notícias são boas já que o contínuo crescimento do consumo de tais materiais, num planeta finito, só pode levar à catástrofe. Porém, isso também nos apresenta um contraditório “paradoxo da economia”. Por exemplo, o pacote de estímulo de $787 bilhões do presidente [dos Estados Unidos] Barack Obama foi concebido para aumentar os níveis de consumo, tanto no setor público como no privado, enquanto as crescentes poupanças também apresentam déficits.

Veja a íntegra do artigo AQUI.

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Green marketing?

19 de Junho de 2009 @ 23:19 por flavio gut

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Indicadores de Referência de Bem-Estar do Município

19 de Junho de 2009 @ 21:58 por flavio gut

topo site - topo site

Até o dia 30 de setembro, o Movimento Nossa São Paulo realiza um importante - e inédito – processo participativo com a população para construir o IRBEM - Indicadores de Referência de Bem-Estar no Município. A proposta é que o IRBEM seja um conjunto de indicadores para avaliar a qualidade de vida e o bem-estar dos moradores na cidade. E assim possa orientar as ações da sociedade, governos, empresas e instituições para que tenham como foco principal o bem-estar das pessoas.

O questionário foi elaborado pelos grupos de trabalho e pela secretaria executiva do Movimento Nossa São Paulo. Os itens mais citados no questionário como os mais importantes para a qualidade de vida serão incorporados à pesquisa anual de percepção sobre a cidade, realizada em parceria com o Ibope. A pesquisa vai checar qual é o nível de satisfação e valorização em relação aos itens mais citados no questionário.

Quanto mais gente responder o questionário, mais condição a pesquisa terá de avaliar como o cada um dos paulistanos se sente em relação à cidade. Por isso é importante que cada cidadão participe e mobilize as pessoas do local onde mora e trabalha a fazerem o mesmo.

Responda ao questionário AQUI. Eu já respondi.

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350.org: 24 de Outubro de 2009

18 de Junho de 2009 @ 19:21 por flavio gut

Um convite. Venha com a gente. Aqui a versão em português de portugal. http://www.350.org/pt

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Transporte é o principal responsável por emissões de carbono do The Hub

17 de Junho de 2009 @ 20:02 por flavio gut

O deslocamento dos membros do The Hub é responsável por 94% das quase 10 toneladas de CO2 que o escritório emite anualmente na atmosfera, segundo inventário de emissões de Gases de Efeito Estufa (GEE) divulgado nesta quarta-feira, dia 17, pela EcoAct, empresa contratada para fazero levantamento. O inventário foi produzido a pedido do sócio-diretor do The Hub, Pablo Handl, e será usado para conscientizar os membros e também encontrar formas de tornar o escritório carbono-neutro. “Temos que trazer essas questões para nossa estratégia da vida pessoal”, disse Handl.

Segundo o sócio-diretor da EcoAct, Eduardo Freitas, menos de 40% dos membros do Hub usam o carro para ir e vir do trabalho e, no entanto, estes são responsáveis por mais de 75% das emissões de deslocamento, e mais de 70% das emissões totais inventariadas. Os 60% restantes são responsáveis por apenas 1/4 das emissões de transporte e 1/3 das emissões totais. “Isso deixa claro que a principal ação de redução das emissões totais deve ser no que se refere ao uso dos automóveis para deslocamento”, explica Freitas.

A EcoAct, empresa franco-brasileira sediada no The Hub, contabilizou que o escritório emitiu de Janeiro a Abril o equivalente a 3,2 toneladas de CO2 na atmosfera, com previsão para chegar a 9.7 toneladas em dezembro. O Inventário foi produzido com base no GHG Protocol, ferramenta mais utilizada internacionalmente como padrão de contabilização de emissões de Gases do Efeito Estufa, desenvolvida pelo WRI (Instituto de Recursos Mundiais). Dos 111 membros do The Hub, 45 responderam ao questionário.

A partir desse levantamento, a EcoAct recomenda ao The Hub e seus membros que sejam tomadas medidas para redução da emissão via deslocamentos (carona solidária, incentivo ao uso de transporte público e bike boys no lugar de motoboys) e iniciativas para compensação, como o plantio de árvores ou compra de créditos de carbono. Para compensar a e missão de seus membros, o The Hub teria que plantar anualmente pelo menos 50 árvores. “A principal questão é olhar para isso. Pensar que um tanque de gasolina emite o equivalente a meia árvore mantida por pelo menos 20 anos”, disse Felipe Gasko, da EcoAct.

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Torre de minhocas para jardim

13 de Junho de 2009 @ 11:48 por flavio gut

Um jeito bem simples de manter o jardim fértil e reutilizar o que sobra da alimentação. Ideias permaculturais simples e eficazes.

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O fim dos jornais na tela

13 de Junho de 2009 @ 11:07 por flavio gut

Fui assistir ontem Intrigas de Estado [State of Play], onde Russell Crowe interpreta um jornalista das antigas em Washington. O filme mostra de forma até que bem realista o confronto entre a velha mídia impressa e o mundo blogueiro-internáutico [representado pela atriz Rachel McAdams]. Pra mim o filme é bem forte. Vivi boa parte da minha vida no mundo das redações. E vi a internet se tornar o meio mais presente de difusão de notícias. Olhar novamente para uma gigantesca impressora e bobinas de papel e caminhões me fez lembrar de um tanto de histórias de bons jornalistas investigadores com os quais convivi. E ampliou minha reflexão a respeito do jornalismo & jornais.

Os jornais estão mesmo se extinguindo. Tornaram-se antiecológicos e antiquados. Mas um diálogo entre a blogueira e o jornalista me fez pensar. Ela diz algo assim: essa notícia é tão importante que merece ser impressa e não divulgada via internet. Os jornais sofrem com a mudança de paradigma, mas o jornalismo não. Continua a ser importantíssimo ter quem investigue as ações do poder público. Alguém que edite esse mundaréu de informações circulantes. Alguém que tenha noção do que é realmente relevante e que saiba investigar, encontrar as verdadeiras causas. E, pra isso, um jornalista ainda serve muito bem, esteja ele num jornal, blog ou qualquer outro meio.

No filme, Crowe exercita os cinco sentidos do jornalista [segundo Ryszard Kapuscinski): estar, ver, ouvir, compartilhar, pensar. Algo que Kapuscinski dizia: “leio 100 páginas para cada página que escrevo”. Para ele, escrever é se aprofundar, buscar as verdadeiras razões, conseguir explicar realmente o que é que está acontecendo. Esse tipo de trabalho ainda é muito necessário pra Humanidade, seja ele feito em jornais ou por jornalistas independentes em blogs e sites internéticos.

O jornalismo de boa qualidade tem espaço. Um exemplo disso é o jornalismo engajado do Greenpeace, que fez o mapa da carne de boi criado em áreas ocupadas ilegalmente na Amazônia. Essa ação resultou na suspensão da compra de carne por parte das grandes redes de supermercado que atuam no Brasil e desencadeou uma nova onda de ações da Justiça contra esses fazendeiros.

Percebo que eu também estou procurando respostas para essa pergunta: que novo modelo é esse onde o jornalismo continua sendo importante mesmo que os jornais deixem de existir (como muitos já deixaram)?

A revista Fast Company mostrou recentemente um estudo interessante da Ideo. Como poderiam ser os jornais no futuro. Veja AQUI.

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O desafio da economia ecológica

12 de Junho de 2009 @ 12:42 por flavio gut

Em entrevista feita por Flavia Pardin, na excelente revista Página 22, o economista ecológico australiano, Phillip Lawn, afirma que é possível criar uma nova economia dentro do sistema capitalista democrático para que as sociedades humanas vivam de acordo com os limites biofísicos. Professor da Flinders University, em Adelaide, lawn fala de uma economia em steady-state, que não só limita a quantidade de recursos que consome e a de resíduos que libera no meio ambiente, mas busca melhorar em qualidade ao longo do tempo.

Ou seja, produzir melhor em vez de produzir mais. Na opinião de Lawn, é preciso adotar esquemas de cap-and-trade para todos os recursos e resíduos, além de reformular o capitalismo para que beneficie a sociedade e os indivíduos. Os países ricos, onde o crescimento já é “deseconômico”, deveriam parar de crescer imediatamente e permitir às nações mais pobres que tenham o “espaço ecológico” para elevar seu bem-estar.Crescer continuamente é ecologicamente insustentável e torna inevitável a transição para a economia em steady-state, garante Lawn. Melhor pôr mãos e mentes à obra e começar a desenhar.

Veja a íntegrada entrevista AQUI

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Minha mesa no feriado

11 de Junho de 2009 @ 13:21 por flavio gut

thehub work - thehub work

Por aqui é feriado. Nem entrei nessa onda. Estou aqui no The Hub trabalhando. Tem mais alguns por aqui. E vejo, pela internet, que mais um tanto de outros também estão nessa.

Gosto de perceber que estou conectado mesmo aqui quase sozinho. Pessoas de tantos mundos pelos quais já passei. O mundo internético permite que conexões de renovem. Estar plugado e lendo algo que gosto é bom. Acho melhor ainda postar no twitter ou blogar, como se estivesse dizendo por parceiro aqui do lado: viu isso?

A conexão permite que estejamos em contato. Essa é a grande transformação.

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